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5 pontos importantes na Avaliação do Alzheimer






No começo são os pequenos esquecimentos, normalmente aceites pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. As pessoas com Doença de Alzheimer tornam-se confusas, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmas quando colocadas frente a um espelho.

À medida que a doença evolui, tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão permanente, até mesmo para as atividades elementares do quotidiano como alimentação, higiene, vestuário, etc..

Muitas vezes, pode ser difícil perceber a diferença entre as mudanças características do envelhecimento e os primeiros sinais da Doença de Alzheimer. A perda de memória é uma característica natural do envelhecimento. Mas quando a perda de memória começa a perturbar a vida quotidiana da pessoa, já não estamos a falar de algo natural, mas sim daquilo que poderá ser um sintoma de demência.


Um diagnóstico correto é importante

É crítico numa fase inicial consultar um médico para obter um diagnóstico. Uma avaliação médica e psicológica completa pode identificar uma doença tratável ou pode confirmar a presença de Demência.

A avaliação pode incluir a realização de:
  • Uma história clínica detalhada, se possível, fornecida pela pessoa que apresenta a sintomatologia e por um familiar ou amigo próximo. A história clínica irá permitir estabelecer se os sintomas surgiram lenta ou subitamente e qual a sua progressão;
  • Um exame físico e neurológico aprofundado, incluindo testes dos sentidos e movimentos, de forma a excluir outras doenças e a identificar quaisquer outras situações que possam agravar a confusão Exames laboratoriais, que incluem uma variedade de análises ao sangue e à urina, para despistarem qualquer doença responsável pelos sintomas. O médico poderá fazer o despiste de Demência. Outros exames especializados, como por exemplo: Raio X, Electroencéfalograma (EEG), Tomografia Axial Computorizada (TAC), Análises do Líquido Raquidiano ou Ressonância Magnética;
  • Um exame do estado mental para avaliar as funções intelectuais que podem ser afetadas pela Demência, como por exemplo a memória, capacidades de leitura, escrita e cálculo;
  • Uma avaliação psiquiátrica para identificar perturbações tratáveis que podem mimetizar a Demência, como por exemplo a depressão, e monitorizar os sintomas psiquiátricos que podem ocorrer juntamente com a Demência, por exemplo ansiedade e delírios;
  • Um exame neuro psicológico para identificar as capacidades conservadas e avaliar áreas problemáticas, por exemplo a compreensão e o discernimento


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